domingo, 13 de setembro de 2015
O palestrante Washington Brum, psicólogo e educador, trará para nossa discussão um tema muito estudado e presente dentro do mundo escolar e familiar. A proposta será de trazer alguns exemplos de casos que tiveram sucesso na área clínica e escolar com o suporte das técnicas da Terapia Comportamental.
Essa será nossa segunda palestra de sucesso. Não fique de fora, você que é educadora, responsável por crianças ou adolescentes, profissionais de áreas afins, participem.
Esperamos por todos vocês. Até lá!
Ângela Costa Marques - 964848128
Psicóloga e organizadora
terça-feira, 11 de agosto de 2015
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Médicos reprovados
Posted: 09 Jan 2012 04:38 AM PST
Por: O Estado de S.Paulo
Os resultados do projeto-piloto criado pelos Ministérios da Saúde e da Educação para validar diplomas de médicos formados no exterior confirmaram os temores das associações médicas brasileiras. Dos 628 profissionais que se inscreveram para os exames de proficiência e habilitação, 626 foram reprovados e apenas 2 conseguiram autorização para clinicar. A maioria dos candidatos se formou em faculdades argentinas, bolivianas e, principalmente, cubanas.
As escolas bolivianas e argentinas de medicina são particulares e os brasileiros que as procuram geralmente não conseguiram ser aprovados nos disputados vestibulares das universidades federais e confessionais do País. As faculdades cubanas – a mais conhecida é a Escola Latino-Americana de Medicina (Elam) de Havana – são estatais e seus alunos são escolhidos não por mérito, mas por afinidade ideológica. Os brasileiros que nelas estudam não se submeteram a um processo seletivo, tendo sido indicados por movimentos sociais, organizações não governamentais e partidos políticos. Dos 160 brasileiros que obtiveram diploma numa faculdade cubana de medicina, entre 1999 e 2007, 26 foram indicados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Entre 2007 e 2008, organizações indígenas enviaram para lá 36 jovens índios.
Desde que o PT, o PC do B e o MST passaram a pressionar o governo Lula para facilitar o reconhecimento de diplomas cubanos, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Médica Brasileira têm denunciado a má qualidade da maioria das faculdades de medicina da América Latina, alertando que os médicos por elas diplomados não teriam condições de exercer a medicina no País. As entidades médicas brasileiras também lembram que, dos 298 brasileiros que se formaram na Elam, entre 2005 e 2009, só 25 conseguiram reconhecer o diploma no Brasil e regularizar sua situação profissional.
Por isso, o PT, o PC do B e o MST optaram por defender o reconhecimento automático do diploma, sem precisar passar por exames de habilitação profissional – o que foi vetado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira. Para as duas entidades, as faculdades de medicina de Cuba, da Bolívia e do interior da Argentina teriam currículos ultrapassados, estariam tecnologicamente defasadas e não contariam com professores qualificados.
Em resposta, o PT, o PC do B e o MST recorreram a argumentos ideológicos, alegando que o modelo cubano de ensino médico valorizaria a medicina preventiva, voltada mais para a prevenção de doenças entre a população de baixa renda do que para a medicina curativa. No marketing político cubano, os médicos “curativos” teriam interesse apenas em atender a população dos grandes centros urbanos, não se preocupando com a saúde das chamadas “classes populares”.
Entre 2006 e 2007, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara chegou a aprovar um projeto preparado pelas chancelarias do Brasil e de Cuba, permitindo a equivalência automática dos diplomas de medicina expedidos nos dois países, mas os líderes governistas não o levaram a plenário, temendo uma derrota. No ano seguinte, depois de uma viagem a Havana, o ex-presidente Lula pediu uma “solução” para o caso para os Ministérios da Educação e da Saúde. E, em 2009, governo e entidades médicas negociaram o projeto-piloto que foi testado em 2010. Ele prevê uma prova de validação uniforme, preparada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais do MEC, e aplicada por todas as universidades.
Por causa do desempenho desastroso dos médicos formados no exterior, o governo – mais uma vez cedendo a pressões políticas e partidárias – pretende modificar a prova de validação, sob o pretexto de “promover ajustes”. As entidades médicas já perceberam a manobra e afirmam que não faz sentido reduzir o rigor dos exames de proficiência e habilitação. Custa crer que setores do MEC continuem insistindo em pôr a ideologia na frente da competência profissional, quando estão em jogo a saúde e a vida de pessoas.
Fonte: http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Menino com autismo se mata enforcado após sofrer bullying
Lancashire (Inglaterra) - Um menino de 12 anos com autismo se matou enforcado, na última segunda-feira após sofre bullying de um grupo de meninas de sua escola em Lancashire, na inglaterra. Michael Raven foi encontrado inconsciente em seu quarto, ele ainda chegou a ser levado para um hospital local, mas foi declarado morto pouco tempo depois.De acordo com a mãe de uma das alunas da escola, Michael estava sendo atormentado por um grupo de meninas de 8 anos. Elas pertubavam o menino devido ao seu problema. David Whyte, diretor da escola, disse que funcionários não estavam cientes que o menino estaria sofrendo bullying.O boato de que o motivo da morte de Michael foi o bullying surgiu logo após o falecimento foi anunciado na escola. Uma série de afirmações surgiram no Facebook de alunos da instituição. O caso está sendo investigado pela polícia local. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é um termo genérico que abrange mais de vinte abordagens dentro do modelo cognitivo e cognitivo-comportamental. A TCC tem comprovado sua eficácia no tratamento de diversos t
ranstornos neuropsiquiátricos, inclusive naqueles vivenciados por crianças e adolescentes.
O processamento cognitivo, ou seja, a avaliação que a pessoa faz das coisas recebe um papel central na TCC porque o que importa para a experiência emocional do indivíduo não é a realidade em si, mas aquilo que o indivíduo avalia da realidade.
Ao tratar os problemas que o paciente traz, o terapeuta cognitivo-comportamental pode avaliar os recursos cognitivos e/ou comportamentais de que o paciente dispõe e aplicá-los a cada uma das áreas de manifestação do problema (situação, avaliação cognitiva, emoção e comportamento). Para cada problema levantado, o terapeuta se esforça por identificar o pensamento, o sentimento e o comportamento envolvidos de modo que ele possa descobrir como o problema se manifesta na esfera cognitiva, emocional e comportamental. Assim, propõe uma intervenção adequada e que faça sentido para o cliente. Também não deixa de considerar as interações complexas entre processos biológicos, influenciais, ambientais e interpessoais.
É recorrente aos responsáveis desconhecer o momento propício para buscar ajuda psicológica para as crianças e os adolescentes. Para isso, devem ser observadas situações que envolvem problemas relacionados às funções cognitivas. Apesar dos processos mentais serem interligados, didaticamente a mente pode ser dividida em 3 partes: cognição, afetividade e vontade (ação).
Além dos fatores já citados acima, há outros sinais que sugerem a procura de um profissional da área, conhecidos como sintomas de alerta. Entre eles, os mais frequentes são:
· Dificuldades na escola;
· Dificuldades na relação com os colegas de classe;
· Timidez em excesso;
· Agressividade em excesso;
· Problemas psicossomáticos como asma e dermatite alérgica, entre outros;
· Atitudes de insegurança (crianças com dificuldades para sair do lado dos pais);
· Medo em excesso (de dormir, de ficar sozinha, do escuro).
A TCC é um tipo de psicoterapia que se caracteriza por ser uma abordagem:
· Ativa – permite que o próprio paciente aprenda a identificar e modificar seus pensamentos durante a relação terapeuta-cliente;
· Diretiva – trabalha pensamentos, sentimentos e comportamentos relacionados aos problemas atuais do cliente, sem descartar sua história de vida, para maior compreensão de suas crenças;
· Educativa – o terapeuta ensina ao paciente o modelo cognitivo, a natureza do seu problema, o processo terapêutico e a prevenção de recaída;
· Estruturada – o número de sessões é previamente estabelecido;
· Uso de tarefas de casa – consiste na realização de exercícios de habilidades adquiridas nas sessões (técnicas e experimentos), de acordo com a necessidade de cada paciente.
Psicóloga Ângela Marques
CRP 05-25877
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